Na última quarta-feira, 08, servidores da rede estadual de educação de Minas Gerais entraram em greve por tempo indeterminado. Na pauta de reivindicações, dentre os 54 itens, o mais ressaltado é o piso nacional de R$ 1597,87 para os professores de nível médio com carga horária de 24 horas por semana recomendado pela CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.
Em assembleia, os professores decidiram seguir com a greve, marcando uma nova tentativa de negociações para o próximo dia 16. A greve já se estende por cidades como Belo Horizonte, Contagem, Ribeirão das Neves, Uberlândia, Montes Claros e Pirapora.
A secretaria Estadual de Educação argumenta que o Sindut – Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais – calcula o piso de acordo com a CNTE e não de acordo com o MEC. Segundo a secretaria, após a greve de 2010 o governo propôs o sistema de remuneração por subsídio. Com esse sistema, o valor básico para professores do nível médio chegou a R$ 1.122,00. A secretaria afirma ainda que após a greve de 2010, os professores receberam um aumento de 20%, com variação de 5% a 76%.
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